segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL SE REÚNEM, NA 12ª DIRED, PARA CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO

A coordenadora da Educação Especial da 12ª DIRED, a técnica Vanda Maria, reuniu os professores que trabalham com a Educação Especial, na Circunscrição da Entidade, para a confraternização do final de ano.



A reunião aconteceu na manhã da sexta-feira, dia 12/12/14, às 09h00min, no auditório, com a presença da maioria dos professores.



Na ocasião, a coordenadora iniciou a confraternização com a Palavra Santa e, em seguida, uma oração, a qual cada um fez dentro de sua religião.


A confraternização contou também com dinâmicas, testemunhos e troca de presentes e, no final, os tradicionais comes e bebes.


Foto oficial 1...


Foto oficial 2...



NOTA DA 12ª DIRED:

EDUCAÇÃO ESPECIAL


A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência em instituições especializadas, tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficiência intelectual. Dependendo do país, a educação especial é feita fora do sistema regular de ensino. Nessa abordagem, as demais necessidades educativas especiais que não se classificam como deficiência não estão incluídas. Não é o caso do Brasil, que tem uma Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e que inclui outros tipos de alunos, além dos que apresentam deficiências.

A educação especial é uma educação organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais. Algumas escolas dedicam-se apenas a um tipo de necessidade, enquanto outras se dedicam a vários. O ensino especial tem sido alvo de criticas por não promover o convívio entre as crianças especiais e as demais crianças. Por outro lado, a escola direcionada para a educação especial conta com materiais, equipamentos e professores especializados. O sistema regular de ensino precisa ser adaptado e pedagogicamente transformado para atender de forma inclusiva.

O termo "educação especial" denomina tanto uma área de conhecimento quanto um campo de atuação profissional. De um modo geral, a educação especial lida com aqueles fenômenos de ensino e aprendizagem que não têm sido ocupação do sistema de educação regular, porém têm entrado na pauta nas últimas duas décadas, devido ao movimento de educação inclusiva. Historicamente, a educação especial vem lidando com a educação e aperfeiçoamento de indivíduos que não se beneficiaram dos métodos e procedimentos usados pela educação regular. Dentro de tal conceituação, no Brasil, inclui-se em educação especial desde o ensino de pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, passando pelo ensino de jovens e adultos, alunos do campo, quilombolas e indígenas, até mesmo o ensino de competências profissionais.

Dentre os profissionais que trabalham ou atuam em educação especial, estão educador físico, professor regular e especialista, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, psicopedagogo, entre outros.

Sendo assim, é necessário, antes de tudo, tornar reais os requisitos para que a escola seja verdadeiramente inclusiva, e não excludente.

Crianças com necessidades especiais
Crianças com necessidades especiais são aquelas que, por alguma diferença no seu desenvolvimento, requerem certas modificações ou adaptações complementares ou suplementares no programa educacional, visando torná-las autônomas e capazes serem mais independentes possíveis para que possam atingir todo seu potencial. As diferenças podem advir de condições visuais, auditivas, mentais, intelectuais ou motoras singulares, de condições ambientais desfavoráveis, de condições de desenvolvimento neurológico, psicológico ou psiquiátrico específicos.
No Brasil, muitas são as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com necessidades especiais, dificuldades de acessibilidade e falta de tecnologias assistivas, principalmente nas escolas que estão realizando a inclusão de alunos com deficiências no ensino regular.
Ser uma criança especial é ser uma criança diferente, e essa diferença está também no professor atuante na área, ou seja, fazer e ser diferente.
Atendimento Educacional Especializado – AEE
O Atendimento Educacional Especializado, ou AEE, é um serviço da Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, de caráter complementar ou suplementar à formação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação, considerando as suas necessidades específicas de forma a promover acesso, participação e interação nas atividades escolares no ensino regular. É realizado no turno inverso ao da sala de aula comum nas salas de recursos multifuncionais. O atendimento na sala de recursos multifuncionais não é um reforço escolar, visa desenvolver as habilidades dos alunos nas suas especificidades, sendo importante a realização de um plano de desenvolvimento individual (PDI).

A educação da criança com deficiência auditiva

educação é crucial no crescimento da pessoa. A educação da criança surda é um direito, faz parte da sua condição como ser humano, e o dever de educar é uma exigência do ser humano adulto, do pai e do educador.
Para a criança surda, tal como para a criança ouvinte, o pleno desenvolvimento das suas capacidades linguísticas, emocionais e sociais é uma condição imprescindível para o seu desenvolvimento como pessoa.
É por meio dos relacionamentos sociais que descobrimos o que é necessário para viver na sociedade. O primeiro contato social da criança é no meio familiar. Segundo Santana e Bergamo (2005), os surdos foram durante muito tempo condenados por sua condição, considerados doentes, pela falta da comunicação oral e escondidos da sociedade pela sua família. A língua de sinais era proibida. Recentemente, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida como língua materna dos surdos, através da Lei Nº 10.436 de 24 de abril de 2002, o que proporcionou aos mesmos um reconhecimento perante a sociedade. A aprendizagem social ou educacional, precisa de contribuições desde o nascimento da criança. A criança surda precisa ser compreendida pelas suas características e o relacionamento interpessoal familiar faz diferença no modo como essa criança irá se identificar enquanto parte das relações sociais. É importante para os surdos que as pessoas consigam comunicar-se com eles através da Libras, para que haja a inclusão social. Serviços básicos como saúde, educação e comércio em geral muitas vezes não possuem pessoas qualificadas para o atendimento ao surdo, fazendo com que ele se sinta ainda mais excluído. Portanto, a inclusão da Libras no cotidiano da sociedade seria indispensável para o desenvolvimento social do surdo.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

AULA DE CAMPO DA PADRE SÁTIRO CAVALCANTI NO MUNICÍPIO DE ICAPUÍ/CE.

A caminho de Icapuí/CE


No dia 05 de dezembro de 2014 (sexta-feira), alunos, professores e funcionários da ESCOLA ESTADUAL PADRE SÁTIRO CAVALCANTI DANTAS - Unidade de Ensino Fundamental - (localizada no Bairro Dom Jaime Câmara - Mossoró/RN) realizaram visita ao Município de Icapuí/CE e ao Projeto de Preservação Ambiental "De olho na água" / Mangue Pequeno (Praia de Requenguela).



O início da Programação constou de Palestra (na sede do projeto) e apresentação de vídeo educativo sobre o histórico da criação, atuação e evolução do respectivo projeto, na comunidade denominada de "Requenguela".






Em seguida, houve caminhada e visita à área reservada para o tratamento, acompanhamento e monitoramento das mudas destinadas ao replantio da mata nativa e, também, na passarela suspensa – construída no interior da vegetação do mangue local.


No retorno a Mossoró, foram visitados ainda o famoso Mirante da Cidade de Icapuí/CE e a Praia de Tremembé.









Texto (adaptado) e fotos: Nivaldo do Amaral (EEPSCD)



sábado, 6 de dezembro de 2014

SEMINÁRIO DE ENCERRAMENTO DA 2ª ETAPA DO PNAIC DA 12ª DIRED

Aconteceu no dia 05/12, no período da tarde (a partir das 13h30min), o Seminário de Encerramento da 2ª Etapa do PNAIC – Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa –, para professores alfabetizadores no âmbito da 12ª DIRED.


Na chegada, os professores eram recebidos pelas coordenadoras do programa: Maria Augusta e Maria Helena. No hall, foram expostos banners, cartazes e pinturas, retratando várias etapas da formação nesses dois anos de programa.








Lá dentro, enquanto esperavam o início dos trabalhos, os professores se solidarizavam posando para as fotos do blog da 12ª DIRED...




Estagiários de Pedagogia da UERN


PROGRAMAÇÃO:

A cerimonialista do evento, a técnica Rosilene Miguel – departamento de Educação Física da 12ª DIRED – deu as boas-vindas aos participantes e convidou a todos, a partir daquele momento, a assistirem a programação de encerramento do PNAIC 2ª Etapa.


O Seminário foi aberto com uma apresentação cultural feita pelo grupo de balé da Escola Estadual Pres. Kennedy...




Em seguida, os alunos da Escola Estadual Francisca Martins subiram ao palco do auditório e entoaram canções natalinas e músicas da moda...




Quando terminaram as apresentações culturais, a professora Magali Delfino – diretora da 12ª DIRED – abriu oficialmente o Seminário, com um discurso que procurou enaltecer o trabalho desenvolvido por sua equipe pedagógica (coordenadoras do programa), por suas professoras orientadoras e, principalmente, pelas professoras alfabetizadoras, que disponibilizaram tempo e descanso dos finais de semana para se aprimorarem no ensino e aprendizagem do pacto.


Na programação, a Intervenção Pedagógica ficou a cargo dos alunos de Pedagogia da UERN – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – que apresentaram “O pedagogo e a sua Valorização no Processo de Aprendizagem”.

Os estagiários sendo apresentados pela professora orientadora Sueleide Ferreira


Logo após, os relatos de experiências das professoras alfabetizadoras com as suas respectivas professoras orientadoras:

Ø  2º anos: O PNAIC em sala de aula e sua contribuição na Educação Inclusiva, com a professora Aline Flávia da Costa Andrade.
Orientadora: Zilma Marques



Ø  Classe Hospitalar: O PNAIC viabilizando novas possibilidades na Classe Hospitalar, com a professora Hemaúse Emanuelle da Silva.
Orientadora: Sandra Diógenes



Ø  1º anos: Pacto – muitos olhares.
Orientadora: Socorro Bezerra/Lúcia Helena




Ø  3º anos: Experiências matemáticas no ciclo de alfabetização, com a professora Jardilene da S. Resende.
Orientadora: Décima Maria



   
 Por fim, o vídeo: Eduquem com muito Amor (clique em cima do vídeo para assistir).



Outras fotos...


A mais nova "pnaiquiana" da 12ª DIRED
A equipe do PNAIC da 12ª DIRED
COFFEE BREAK...







TCM ENTREVISTA...


Técnica Helena Maia - coordenadora PNAIC da 12ª DIRED

Professora Magali Delfino - diretora da 12ª DIRED

Professora Hemaúse Emanuelle da Silva -  Classe Hospitalar
GAZETA DO OESTE TAMBÉM...




NOTA DA 12ª DIRED:

A professora Magali Delfino - diretora da 12ª DIRED - no seu discurso de abertura parabenizou e agradeceu a todos os participantes do PNAIC, destacando o empenho das professoras alfabetizadoras (Na circunscrição da 12ª DIRED enquanto muitos descansavam da labuta semanal - repouso, por sinal, merecido -, os professores orientadores e cursistas das escolas públicas do estado prorrogaram suas atividades didáticas lá na Escola Estadual Jerônimo Rosado Maia - antigo Colégio Estadual. Estavam, mais uma vez, no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC – para, numa formação contínua, recuperar o espaço de tempo deixado na falta de incentivos, capacitações e, principalmente, motivações para o ensino e a aprendizagem), assim como, a competência e compromisso das professoras orientadoras (E, com isso, veio o equilíbrio. Este, dado por quem esteve mais junto, que mais contribuíram para que o sucesso fosse somatizado entre todas: as professoras/orientadoras. Elas se esforçaram, estudaram, planejaram, socializaram, reescreveram, multiplicaram, diversificaram e exigiram o cumprimento de cada passo, de cada detalhe, de cada tarefa, de cada ação a ser colocada em prática. E foi com a dedicação de cada uma delas – numa corrente inquebrável – que o resultado veio. Veio na melhor forma possível, em que se resgatou a autoestima, a motivação e o sonho de poder ver, num futuro próximo, uma nação inteira ser transformada pela educação pública de qualidade). Por fim, a professora agradeceu à sua equipe, dizendo: Quero registrar e agradecer a conscientização, organização e logística de trabalho das “Marias do PNAIC” (Maria Augusta, Maria Helena e Maria Judivânia). Elas receberam a incumbência de coordenarem o programa, junto à circunscrição da diretoria regional, e não decepcionaram: executaram as tarefas com zelo profissional, desprendimento pessoal e vocação educacional, sendo consideradas pilares pelas orientadoras e cursistas.