quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

EDUCAÇÃO PRISIONAL: ENTREGA DE CERTIFICADOS


Os alunos da educação prisional internos na penitenciária Mário Negócio, em Mossoró/RN, receberam na terça-feira, dia 15/12, seus certificados de conclusão do ensino fundamental e médio, na modalidade Educação de Jovens e Adultos, através da resolução 048/12.



O evento programado pela coordenação estadual e setorial do programa, por meio das técnicas pedagógicas Nadja e Edileusa, premiaram os alunos/internos que foram matriculados via CEJA Alfredo Simonetti, tendo como representante a professora Sandra.


Nas falas, as professoras e técnicas pedagógicas enalteceram a capacidade do ser humano de ultrapassar obstáculos e conseguir superar seus próprios limites. E cada uma delas fez questão de frisar o compromisso que todos eles tiveram nesses dois anos que, embora o ambiente não favorecesse, a persistência e a determinação foram fundamentais para o sucesso de cada um.



Na programação cultural, as professoras fizeram uma homenagem, lendo uma reflexão de William Shakespeare, chamado “Um dia você aprende...”, para assistir acesse o link:




Em seguida, os alunos internos fizeram uma apresentação ao som de um teclado, em homenagem as coordenadoras e professoras.



No final, a foto oficial...


Nota da 12ª Dired:


Segundo Foucault (2008), a prisão tem o objetivo de tornar os corpos dóceis e úteis; a instituição passa a ser uma forma de punir delinquentes, mas com o papel de recuperá-los para o convívio social. O condenado passa a sofrer a privação da liberdade e a sentir os efeitos de uma instituição repleta de regras e aprende a conviver em um ambiente completamente adverso a que está acostumado; segundo Goffman (1992, p. 22) as instituições totais são estufas que atuam na transformação de pessoas, assim, cada sujeito é um experimento sobre o que se pode fazer ao “eu” o que se espera de tal situação é fazer com que os sentenciados possam adequar-se a instituição fazendo com que os mesmos estejam sempre se lembrando das causas que os levaram a tal condição.

Para cada anoitecer a certeza de um  novo amanhecer


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

JORNADA PEDAGÓGICA DA 12ª DIREC 2016





JORNADA PEDAGÓGICA DA 12ª DIREC 2016

Local: CEIPEV – Eliseu Viana


Data: 18/12/2015 (sexta)

Horário: 7h30min às 12h30min


Público-alvo:

  • Escola que tem 1(um) turno: gestor e coordenador

  • Escola que tem 2 (dois) turnos: gestor, vice, coordenador e supervisores

  • Escola que tem 3 (três) turnos: gestor, vice, coordenador e supervisores



Data: 19/12/2015 (Sábado)

Horário: 08h às 11h30min


Público-alvo:

  • Escola que tem 1 turno: gestor, coordenador e professor do 1º ao 3º anos

  • Escola que tem 2 turnos: gestor, vice, coordenador e professor do 1º ao 3º anos

  • Escola que tem 3 turnos: gestor, vice, coordenador e professor do 1º ao 3º anos


Horário: 11h30min às 17h

  •  Atividades com os professores cursistas do PNAIC em sala de aula




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

PONTO ELETRÔNICO


Publicado no Diário Oficial
Nº 13.583 do Dia 15/12/2015
 
   RIO GRANDE DO NORTE

DECRETO Nº 25.731, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015.

Institui o ponto eletrônico, regulamenta o controle de frequência, a compensação de horas e o ponto facultativo nos órgãos da Administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual e estabelece outras providências.


O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, V e VII, da Constituição Estadual, e tendo em vista o disposto no art. 129, inciso X, da Lei Complementar Estadual n.º 122, de 30 de junho de 1994,

D E C R E T A:

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

Art. 1º Para os fins deste Decreto, considera-se:
I - jornada de trabalho, o período durante o qual o servidor deverá prestar serviço ou permanecer à disposição do órgão ou da entidade em que se encontra em exercício, com habitualidade;
II - ponto, o registro diário das entradas e saídas do servidor, por meio do qual se verifica a sua frequência;
III - compensação de horas, a redução ou supressão da jornada de trabalho em determinados dias, em virtude de acordo administrativo realizado entre o servidor e o seu chefe imediato, para atender a necessidades eventuais do serviço, ou em decorrência de ausência motivada; e
IV - ponto facultativo, o dia útil em que os servidores públicos são dispensados do trabalho, mediante ato administrativo do Chefe do Poder Executivo.

CAPÍTULO II
DO PONTO ELETRÔNICO E DO CONTROLE DE FREQUÊNCIA

Art. 2º O controle de frequência da jornada de trabalho do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, em comissão, do empregado ocupante de emprego de natureza permanente ou temporária, do terceirizado, do bolsista e do estagiário far-se-á por meio de registro eletrônico de ponto no âmbito da Administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual.



Art. 3° O registro de frequência será diário e dar-se-á no início e término do expediente, plantão ou escala de trabalho em regime de revezamento, bem como nas saídas e entradas durante o seu transcurso, mediante biometria.

Art. 4° A folha individual de ponto eletrônico conterá todos os registros, ocorrências e abonos relativos à frequência, bem como anotação dos afastamentos dos servidores, empregados, terceirizados, bolsistas e estagiários referidos no art. 2º.

Art. 5º Compete aos setoriais e às seccionais de Recursos Humanos:
I - acompanhar, supervisionar e controlar a implementação e a funcionalidade do ponto eletrônico; 
II - receber os registros de frequência dos setores pertencentes ao respectivo órgão, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao da apuração da frequência;
III - adotar o registro e a apuração de frequência por meio de folha individual de ponto manual ou mecanizado, em casos excepcionais que envolvam motivo relevante, devidamente justificado pelo titular do órgão ou entidade; e
IV - emitir e encaminhar ao órgão ou entidade de lotação a frequência dos servidores cedidos ou à disposição até o 10º (décimo) dia útil de cada mês.

Art. 6° É de responsabilidade da chefia imediata do servidor acompanhar e controlar sua frequência, além de adotar as medidas cabíveis para garantir a fiel execução das normas regulamentadoras deste Decreto.

Art. 7° Compete ao servidor ocupante de cargo efetivo, ao ocupante de cargo de provimento em comissão, ao empregado admitido permanente ou temporariamente, bem como ao terceirizado, ao bolsista e ao estagiário:
I - acompanhar o registro de sua jornada diária de trabalho, por consulta às informações eletrônicas colocadas à sua disposição; e
II - conferir a folha individual do ponto até o 3° (terceiro) dia útil do mês subsequente ao do registro de frequência, avalizando que as ocorrências, abonos e afastamentos nela consignados estão corretos, além de imprimi-la, assiná-la e entregá-la à chefia imediata para homologação.

CAPÍTULO III
DA COMPENSAÇÃO DE HORAS

Art. 8° A compensação de horas será aplicada aos servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo ou em comissão e aos empregados permanentes ou temporários.
§ 1° Para fins de compensação, consideram-se os acréscimos à jornada de trabalho até o limite de 12 (doze) horas mensais, quando devidamente autorizadas pela chefia imediata, para suprir transitoriamente eventual necessidade de serviço.
§ 2º Poderão, também, ser compensadas:
I - as faltas ou ausências deferidas e justificadas pela chefia imediata até o mês seguinte ao da ocorrência, sendo vedado o aproveitamento do período não utilizado nos meses posteriores; e
II - as entradas tardias ou saídas antecipadas que não causem prejuízo ao serviço, reconhecidas pela chefia imediata e que não evidenciem conduta habitual, até o final do mês da ocorrência.
§ 3º Não serão compensadas as ausências relativas a:
I - incapacidade por doença pessoal ou familiar, integrando a realização de consultas ou exames médicos e odontológicos, até o limite estabelecido em legislação específica, comprovada pela apresentação de atestado médico ou requisição de exame no primeiro dia útil após a ocorrência;
II - prova escolar coincidente com o horário de trabalho, mediante comprovação;
III - direito concedido à servidora lactante nos termos da legislação em vigor;
IV - doação de sangue, comprovada por documentação;
V - participação em Tribunal do Júri, comprovado por mandado de intimação;
VI - convocação do Tribunal Regional Eleitoral;
VII - participação em eventos de capacitação, previamente autorizados, mediante apresentação de documento comprobatório;
VIII - execução de serviço externo; e
IX - viagem a serviço.
§ 4° A compensação a que se refere o caput se dará a critério da chefia imediata com a dispensa do servidor em horas fracionadas, dias ou plantões de trabalho e deverá ocorrer até o final do mês subsequente.

CAPÍTULO IV
DO PONTO FACULTATIVO

Art. 9. O ponto facultativo, conforme decretado pelo Chefe do Poder Executivo, não é aplicado nas unidades que desenvolvem serviços ou atividades considerados de natureza essencial, ou que tenham jornada de trabalho estabelecida em regime de plantão ou em escala de revezamento ininterrupta.
§ 1° A carga horária suspensa pela decretação de ponto facultativo poderá ser compensada de acordo com o ato do Chefe do Poder Executivo.
§ 2° No caso disciplinado pelo parágrafo antecedente, a compensação da carga horária suspensa será realizada apenas por aqueles que usufruíram do ponto facultativo, os quais, estando em gozo de férias ou de licença-prêmio no período de compensação da carga horária suspensa, deverão compensá-la a partir do dia em que retornarem às atividades.
§ 3° O disposto no § 2º, parte final, não se aplica aos demais tipos de afastamentos remunerados.
  
CAPÍTULO V
DAS PENALIDADES

Art. 10. O não cumprimento integral da jornada de trabalho mensal ou da compensação de horas, em um determinado mês, se não justificado, ou se desaceita a justificação apresentada, acarretará a perda da remuneração, que guardará proporcionalidade com os períodos não trabalhados.

Art. 11. Desde que previstos em lei como falta grave, serão punidos:
I - os danos causados aos equipamentos e programas utilizados para o registro eletrônico de ponto;
II - o ato de registro de frequência de um agente público por outro, quaisquer que sejam as cirscunstâncias; e
III - o não cumprimento das normas estabelecidas neste Decreto.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 12. Os titulares de cada órgão e entidade da Administração direta, autárquica e fundacional, que ainda utilizam o sistema manual de registro de frequência, deverão providenciar e instalar o ponto eletrônico em suas unidades, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a contar da publicação deste Decreto, disponibilizando aos respectivos servidores e demais agentes públicos consulta às informações eletrônicas dos registros de frequência.

Art. 13. Compete aos titulares dos órgãos e entidades acompanhar e exigir a rigorosa observância das normas estabelecidas para o registro, controle e apuração de frequência.

Art. 14. Aos setoriais e seccionais de Recursos Humanos compete divulgar e cumprir as normas estabelecidas neste Decreto, cabendo-lhes orientar os servidores efetivos, ocupantes de cargos em comissão, admitidos em emprego de natureza temporária, ocupantes de emprego permanente, terceirizados, bolsistas e estagiários, quanto às diretrizes estabelecidas para o registro de frequência, zelar pela manutenção dos equipamentos e programas utilizados, pela segurança das informações e pela base de dados do sistema eletrônico de ponto.

Art. 15. Os casos omissos referentes ao registro de frequência serão dirimidos pela Secretaria de Estado de Administração e dos Recursos Humanos – SEARH

Art. 16. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 14 de dezembro de 2015, 194º da Independência e 127º da República.
 ROBINSON FARIA
Marcelo Marcony Leal de Lima


sábado, 12 de dezembro de 2015

PROJETO DO ENSINO MÉDIO INOVADOR: EE HERMÓGENES NOGUEIRA DA COSTA



Com a abertura feita pela diretora Marinês Lins de Oliveira Freitas, o projeto do Ensino Médio Inovador, da Escola Estadual Hermógenes Nogueira da Costa, coordenado pela professora Fátima Feitosa, que promoveu vários encontros na área de cultura, encerrou-se ontem, dia 11/12, com a participação dos professores, alunos e convidados.

Gestora Marinês Oliveira
Após a abertura, o grupo de cordas orientado pelo monitor Jhonatas Lopo, fez uma apresentação para os presentes, mostrando a evolução dos alunos que ingressaram, no início do ano, na aprendizagem musical.



Em seguida, a coordenadora Fátima Feitosa fez uso da palavra para agradecer a todos os segmentos envolvidos no projeto, contribuindo, com isso, para o sucesso do mesmo.


Os alunos Sandro e Karine abrilhantaram o momento, fazendo uma apresentação de cordas, utilizando dois violões – ritmo e solo.


O aluno/poeta Daniel recitou, de sua autoria, versos de literatura de cordel, mostrando que as oficinas quando bem aplicadas e absorvidas, transformam-se em resultados muito positivos.


Logo após foram entregues as comendas para os segmentos culturais trabalhados no projeto (música, literatura e arte plástica).

Escritor Raimundo Antonio

Escritora Ângela Gurgel
Escritor Clauder Aracanjo
Escritora Fátima Feitosa
Homenagem da professora do Ensino Médio Inovador...


Plateia...



No final, a equipe gestora e pedagógica da escola estadual Hermógenes Nogueira da Costa agradeceu aos presentes pelo sucesso do projeto e aproveitou para desejar um feliz natal e um próspero ano novo para todos.



Doação de livros, pelos escritores, para a biblioteca da escola...


Lanche...


Outras fotos...

Escritores: Clauder Arcanjo, Fátima Feitosa, Ângela Gurgel e Raimundo Antonio
Comenda para "Os Tremendões"
Os escritores Clauder Arcanjo e Ângela Gurgel, observados pela coordenadora pedagógica da EE Hermógenes  Nogueira da Costa, despedem-se de mais uma tarde onde a literatura e o conhecimento  formal foram protagonistas na formação do cidadão do amanhã 



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

NOTAS: REUNIÕES NA 12ª DIRED

REUNIÃO COM OS CHEFES DE SETORES:



REUNIÃO COORDENAÇÃO E ORIENTADORAS PNAIC:



ANIVERSARIANTES DO MÊS DE NOVEMBRO/2015:

Jorge Lima               02/11
Joana Torres             04/11
Rachel Paiva             08/11                 Felicidades!
Jorge Ivan                 11/11
Helena Maia             18/11
Rosilene Miguel       29/11

ALUNOS CLASSIFICADOS NO CONCURSO DE REDAÇÃO CUJO TEMA ERA AS PARALIMPÍADAS DE 2016:

4º lugar: Maria Mariana Gomes da Silva
Tema: A inclusão por meio da paralimpíada

5ª lugar: Jeová Emerson Pereira de Souza
Tema: Uma chance de brilhar

8º lugar: Antônia Gabrielle Bezerra Alcântara
Tema: O esporte pode mudar vidas

ALUNO DO DIREDVEST É APROVADO EM ECOLOGIA PELA UFERSA

O aluno do Direvest durante os anos de 2014/2015, Valdécio Rodrigues das Neves, considerado o aluno mais velho que já frequentou os bancos do cursinho, conseguiu, com muito esforço e dedicação, realizar o seu sonho de ingressar numa universidade: foi aprovado no curso de Ecologia, em 15º lugar, e começará a assistir aula, a partir de 01/02/16.

A coordenadora Elizete Amorim e o aluno do Direvest Valdécio Rodrigues 
"Eu vou voltar aqui, na 12ª Dired, para agradecer a coordenação pela confiança em mim depositada e, também, para dar o meu testemunho diante dos novos alunos, como incentivo para todos eles".

Matéria feita em 03/11/2014, para exemplificar o empenho e a dedicação desse jovem senhor:





terça-feira, 8 de dezembro de 2015

MAPA DE ORIENTAÇÃO – JORNADA PEDAGÓGICA 2016

Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC
Coordenadoria dos Órgãos Regionais de Educação - CORE

   



MAPA DE ORIENTAÇÃO – JORNADA PEDAGÓGICA 2016 
(Passos para uma Gestão de Sucesso)





NATAL/ RN
DEZEMBRO/2015
RESUMO





A elaboração deste documento surge do pensamento para um novo rumo ao modelo de Gestão Pública de Ensino da Rede Básica partilhada, com vistas ao encurtamento entre os elos Secretaria Estadual da Educação e Cultura (SEEC), as Diretorias Regionais de Educação (DIRED) e Escolas, ocorrendo não somente no campo do planejamento, mas também da ação e reação na construção do Sistema de Educação fortalecido na participação democrática e coletiva.

 A SEEC propõe a todos e todas para esta realização, o envolvimento das equipes técnica das DIRED e Comunidade Escolar na perspectiva de melhorar a qualidade do atendimento, articulação dos projetos, acompanhamento e avaliação do processo educativo do RN, ante ao modelo apresentado com adaptações feitas pensando na rede pública de ensino, de modo a concretizar a capacidade de retratar esses indicadores adequadamente, o desempenho organizacional, e, sobretudo, promover uma integração clara entre os indicadores e as estratégias.


 FASE 1 – JORNADA PEDAGÓGICA COM AS ESCOLAS – DIVULGAÇÃO E 


PLANEJAMENTO


Início: 2 de fevereiro de 2016


FASE 2 – CONSELHO ESCOLAR

Término: 5 de fevereiro de 2016
Início: Março de 2016
Término: Abril de 2016

2.1 – DEFINIÇÃO E ATRIBUIÇÕES

É um organismo colegiado composto pela representação de estudantes, pais,
professores, funcionários e comunidade local, tendo o diretor escolar como membro nato, com responsabilidade compartilhada de gestão da escola, gerando uma nova forma de administração onde as decisões são integradas e coletivas. Constitui-se em um lugar de participação; um espaço de discussão, negociação e encaminhamento das demandas educacionais, possibilitando a participação social e promovendo a gestão democrática. Assim, é papel do Conselho Escolar:

I.       Elaborar o cronograma mensal das reuniões ordinárias do Conselho Escolar;
II.      Garantir a participação do Conselho Escola na elaboração do PPP - Projeto Político
Pedagógico e acompanhar a evolução do IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica;
III.     Oferecer a proposta do Regimento do Conselho Escolar para que discutam e atualizem;
IV.    Entregar às escolas documento com orientações básicas para elaboração de atas; V.             Atualizar Ficha da Composição do Conselho Escolar;
VI.       Organizar Formação para conselheiros;
VII.      Entregar atas semestralmente para acompanhamento e análise;
VIII. Diagnosticar as principais dificuldades com relação ao pedagógico da escola onde o conselho escolar possa colaborar para a melhoria da qualidade de ensino;
IX.   Sugerir que trabalhem a formação dos conselheiros da escola através dos Cadernos de Formação do MEC;
X.        Mobilizar o conselho escolar quando necessitar para melhor atuação;
XI.       Apropriar-se das avaliações internas e externas para propor melhorias ações de melhoria da aprendizagem;
XII.      Acompanhar a execução da aplicação dos recursos financeiros da escola.
FASE 3 – LIDERANÇA – GRÊMIO ESTUDANTIL

Início: Maio de 2016                                          Término: Junho de 2016

3.1 - CADA PERFIL INFLUENCIA DE MODOS DISTINTOS O AMBIENTE, O COMPORTAMENTO E O DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES COLETIVAS.



Vamos ver quais as influências de três estilos diferentes de liderança – a autocrática, a liberal e a democrática – nos resultados de desempenho e no comportamento das pessoas.



3.2 - POSTURAS DIFERENTES, RESULTADOS DISTINTOS

3.2.1 - LIDERANÇA AUTOCRÁTICA
Na liderança autocrática, o líder centraliza totalmente a autoridade e as decisões e os subordinados não têm nenhuma liberdade de escolha. A liderança autocrática enfatiza somente o líder.
Os grupos submetidos à liderança autocrática apresentaram o maior volume
de trabalho produzido, com evidentes sinais de tensão, frustração e agressividade. O líder autocrático é:

  Dominador;
  Emite ordens e espera obediência plena e cega dos subordinados;
  Líder é temido pelo grupo, que só trabalha quando ele está presente.
  
3.2.2 - LIDERANÇA LIBERAL

O comportamento do líder é evasivo e sem firmeza.
Neste modelo de liderança, o líder permite total liberdade para a tomada de decisões individuais ou em grupo, participando delas apenas quando solicitado. A liderança liberal enfatiza somente o grupo.
Os grupos submetidos à liderança liberal não se saíram bem quanto à
quantidade nem quanto à qualidade do trabalho. E ainda apresentaram:

Fortes sinais de individualismo;
Desagregação;
Insatisfação;
Agressividade;
Pouco respeito ao líder, que é ignorado pelo grupo.

3.2.3 - LIDERANÇA DEMOCRÁTICA

O líder atua como um facilitador para orientar o grupo, ajudando-o na definição
dos problemas e nas soluções, coordenando atividades e sugerindo ideias.
Os grupos submetidos à liderança democrática apresentaram boa quantidade
e melhor qualidade de trabalho, acompanhadas de um clima de satisfação, integração, responsabilidade e comprometimento das pessoas.
Na liderança democrática, o líder:
• Interage bem com a equipe e com os indivíduos;
       Encoraja a participação das pessoas;
       Preocupa-se igualmente com o trabalho e com o grupo.

 3.3 - ATRIBUIÇÕES DOS LÍDERES

  • Nesse espaço, os líderes encontram tudo sobre as suas atribuições, como elaborar um plano de ação e experiências que estão sendo colocadas em prática. Também fique ligado nos eventos que vão acontecer nas unidades escolares e Núcleos Regionais de Educação;
  • Representar o interesse coletivo, identificando as necessidades da turma;
  • Elaborar um plano de trabalho que contemple as necessidades da turma relativas à melhoria do processo de ensino e aprendizagem, respeitando as legislações vigentes, os trâmites administrativos da escola e contribuindo para a manutenção do clima escolar colaborativo;
  • Estabelecer contato permanente com os demais líderes de classe para troca de experiências e proposições para melhorias do processo educativo;
  • Estimular o bom relacionamento da turma, através de diálogo;
  • Buscar a opinião consensual do grupo para representá-lo em situações decisórias;
  • Participar das reuniões realizadas pelos profissionais da educação da unidade de ensino para as quais seja convocado, divulgando as informações repassadas pelos diversos segmentos da Secretaria da Educação do Estado;
  • Propor reuniões de interesse da classe;
  • Estimular a classe a conhecer o Regimento Escolar e refletir sobre as normas estabelecidas para respeitá-las;
  • Orientar os colegas, encaminhando-os aos setores competentes para elucidar dúvidas.
  • Incentivar o desenvolvimento de comportamentos e atitudes que busquem a melhoria do rendimento da aprendizagem da classe.
  • Impulsionar debates sobre questões sociais relacionadas às diversidades, com o intuito de diminuir as diversas formas de preconceito na UE e na sociedade.

 3.4 - MATERIAIS DE APOIO E CONSTRUÇÃO

Os materiais aqui disponíveis têm o intuito de auxiliar os líderes e vice-líderes de classe a desenvolverem um trabalho que contribua para a melhoria do ensino e da escola.







3.5 - PLANO DE AÇÃO

Diante das discussões com profissionais da educação da sua escola, é importante planejar ações que tenham influência direta nas dimensões pedagógica, administrativa e relacional. Pensar como estudante pode contribuir para o desenvolvimento da escola e para a melhoria dos resultados educacionais. Para tanto, é necessário que cada escola elabore um plano de ação, de acordo com as demandas coletivas para nortear as intervenções do líder de classe.

 3.6 - FAZ E ACONTECE?


Você, Líder de Classe, executou uma ação que influenciou para a melhoria da sua escola? Conte para a gente. Envie e-mail para core@rn.gov.br

 Escreva-nos suas ações. Contamos com a sua participação.

3.7 - SUGESTÃO DE ATIVIDADE DIDÁTICA

Com a intenção de oferecer um olhar crítico sobre a realidade educacional e inspirar novas visões sobre o tema, abaixo listamos quatro produções cinematográfica que provocam reflexões essenciais sobre os caminhos da nossa educação.
A Onda
Diante de uma turma desmotivada e a obrigação de ensinar o conceito de autocracia, um professor decide discorrer sobre o assunto por meio de uma experiência prática envolvendo seus alunos. Mas o que era para ser um mero exercício de reflexão ganha força e foge de seu controle. No filme alemão “A Onda”, de 2008, o diretor Dennis Gansel mostra como a sociedade ainda está suscetível a repetir erros históricos como o fascismo e o importante papel que a escola desempenha na formação dos jovens.


3.8 - ENTIDADES ESTUDANTIS DE REPRESENTAÇÃO NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) 


UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES - UNE é a entidade máxima dos estudantes brasileiros e representa cerca de seis milhões de universitários de todos os 26 Estados e do Distrito Federal.

A universidade é um ambiente onde a juventude brasileira tradicionalmente se organiza em torno de visões, opiniões e  vontades comuns. 



Em meio a esse processo, os estudantes vão se organizando em entidades representativas como DAs (diretórios acadêmicos), CAs (centros acadêmicos), DCEs (diretórios centrais), uniões estaduais de estudantes e executivas nacionais de cursos. 

UNIÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS - UBES 













A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) é a entidade que congrega e representa todos os estudantes de escolas de ensino fundamental, ensino médio, ensino técnico, ensino profissionalizante e ensino pré-vestibular do Brasil. 

UNIÃO MUNICIPAL DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS - UMES

A União Municipal de Estudantes Secundaristas (UMES) é a entidade máxima de representação dos estudantes de ensino fundamental, médio, técnico e de cursos pré-vestibulares das redes pública e privada de (nome da cidade). A UME é uma entidade estudantil, civil, sem fins lucrativos e sem filiação partidária.





Associação Potiguar dos Estudantes Secundaristas - APES


A Associação Potiguar dos Estudantes Secundaristas representação dos estudantes de níveis fundamental, médio, técnico, cursinho e pré-vestibular do Rio Grande do Norte.  A APES compõe o Comissão Central de Gestão Democrática do RN e o Conselho Estadual do FUNDEB.
         

FASE 4– REGIMENTO ESCOLAR

Início: Julho de 2016                                         Término: Setembro de 2016

4.1 - DEFINIÇÃO



O regimento escolar é um conjunto de regras que definem a organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar da instituição, estabelecendo normas que deverão ser seguidas para na sua elaboração, como, por exemplo, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente

4.2 - COMO ELABORAR:

I.       Constituir um grupo de trabalho/GT, composto pelo coordenador pedagógico, gestor, presidente do CE.
II.      Consolidar sua construção e/ou reconstrução ou ainda modificações através da apresentação em Assembleia Geral. 
III.     Encaminhar para aprovação da SEEC/SOINSP
IV.    Divulgar junto a comunidade escolar
V.     Realizar trabalho de encaminhamento documentos, registros de divulgação junto à escola.

FASE 5– UNIDADE EXECUTORA

Início: Outubro de 2016                                     Término: Novembro de 2016

5.1 - CAIXA ESCOLAR

Sociedade civil com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos.

É importante destacar a organização da escola como fator determinante no processo de descentralização dos recursos e sobretudo a responsabilidade assumida pela gestão escolar na aplicação dos recursos, oriundos da esfera Federal e Estadual.

5.2 - AQUISIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO CAIXA ESCOLAR

Para se garantir um trabalho organizado e consistente sugerimos alguns procedimentos que deverão ser observados:

I     - Livro para Atas;
II    - Livro para registro dos termos de Posse e Compromisso, dos membros eleitos para a Diretoria e Conselho Fiscal; 
III   - Livro Caixa;
IV  - Livro de Tombo.
a)     Esses livros devem ter Termo de Abertura e de Encerramento. A lavratura do termo de Encerramento só deverá ser procedida, quando do término do livro. 
b)    Os livros deverão ser enumerados de acordo com a especificidade de cada um. 
c)     As assinaturas da documentação, quando feitas pelo Presidente, só deverão receber o carimbo de Presidente e nunca o carimbo de Diretor do Estabelecimento de ensino. 
d)    O Caixa Escolar, deve ter um arquivo individual dos da unidade escolar, só para a documentação da entidade, inclusive com pastas de correspondências expedidas, recebidas, planos, relatórios, prestação de contas, livros, dentre outros. 
e)     Observar o prazo de validade do CNPJ, e quando vencido a mais de dois meses, entrar em contato com o Setor Contábil do Fundo Estadual de Educação.
f)     Cumprir rigorosamente os prazos determinados pelo Governo Federal, na entrega de Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica – IRPJ, Relação Anual de Informações Sociais – RAIS, Prestação de Contas, Cadastro da Caixa Escolar para o recebimento de recursos do PDDE, dentre outros. 
g)    Ler e observar cuidadosamente, se possível com toda Diretoria, Conselho Fiscal e demais membros da Escola que achar importante, todas as orientações necessárias ao conhecimento da comunidade escolar.
h)     Publicar todo recurso recebido pela escola. 
i)      Apresentar a comunidade escolar, todas as prestações de contas dos recursos recebidos e aplicados.
A Contabilidade - é a ciência que estuda e controla o patrimônio das entidades,
mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos nele ocorridos, com o fim de oferecer informações sobre sua composição e suas variações, bem como sobre o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial (FRANCO, 1976, p. 15).


FASE 6 – AVALIAÇÃO / AÇÕES PELAS DIRED

Início: Dezembro de 2016                                  Término: Dezembro de 2016

6.1 – PARTICIPANTES

Diretor da escola, Coordenador Pedagógico, Suporte Pedagógico e Equipe Docente.

6.2 - OBJETIVO


Estruturar a avaliação do Planejamento desenvolvido no ano de 2016 destacando as ações propostas: 

I - Elaborar um relatório descritivo sobre as ações executadas por temática; 

II - Identificar os avanços e entraves em cada ação; 

III - Acrescentar dados estatísticos em cada ação (quadro, tabela e gráficos).

REFERÊNCIAS:

LEI COMPLEMENTAR Nº 290, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2005. Dispõe sobre a democratização da gestão escolar no âmbito da rede pública estadual de ensino do Rio Grande do Norte.

BRASIL. Ministério da Educação. Fortalecimento dos Conselheiros Escolares. Disponível em www.conselheiroescolar.virtual.ufc.br

RIO GRANDE DO NORTE. Secretaria Estadual de Educação. Fundo Estadual de Educação – Assessoria Técnica e de Planejamento. Manual de orientações aos caixas escolares.

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