terça-feira, 16 de dezembro de 2014

PROTOCOLO DA 12ª DIRED EM FESTA: ESTELA ANIVERSARIA HOJE

ESTELA,

Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.


Desejamos a você, um ano cheio de amor e de alegrias. Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. 


É também sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes. Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. 


É, enfim, ser grato, reconhecido, forte, destemido. É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo; Parabéns a você nesse dia tão grandioso.


FELIZ ANIVERSÁRIO!!!



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

10º ENCONTRO DA ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO DO CAMPO-SABERES DA TERRA-PROJOVEM CAMPO/IFRN/PAU DOS FERROS/RN

Dia 13 de dezembro, Dia de Santa Luzia – padroeira de vários municípios do Rio Grande do Norte – dentre eles a cidade de Mossoró. Neste dia abençoado, que amanheceu sereno com os raios saindo timidamente no horizonte, os professores da Serra do Mel/RN empreenderam viagem para a cidade de Pau dos Ferros, distante cerca de 200 quilômetros de onde eles estavam. No caminho, infelizmente, a falta de chuva durante o período de inverno se fez notar nas localidades por onde o carro obrigatoriamente teve que passar. O quadro é um misto de terras secas alternado com pouquíssimo verde – onde ainda resta um pouco de água nos barreiros – que, em épocas de estiagem, servem como se fossem barragens e açudes para o nordestino sertanejo. Neste quadro tímido, os bovinos e equinos pastam, preguiçosamente, na selva seca, ruminando o pouco que comeram no dia anterior com o pouco que ainda resta onde são deixados. Os caprinos e ovinos tentam escalar os aclives existentes nas propriedades em busca de uma relva e vegetais mais apetitosos, enquanto que suínos procuram um pouco de água e terra para se banharem e as aves ciscam à procura de insetos e larvas. O caminho, embora sofrido aos olhos de quem conhece o drama da estiagem, carrega esperança nas áreas onde projetos de irrigação (com a perfuração de poços profundos) foram implantados.


É neste quadro singelo que os professores cruzam uma boa parte do semiárido potiguar e desembocam na “Tromba do Elefante” riograndense, precisamente, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – polo Pau dos Ferros. A primeira parada, como sempre, é no refeitório da instituição. Lá é servido um café da manhã que abastece corpo e mente até o meio-dia de cada sábado de aula.


Em seguida, é a acolhida que é feita no auditório. Desta vez, o município que ficou responsável foi Cel. João Pessoa. Os professores e técnicos distribuíram o “Kit da Felicidade” e fizeram uma apresentação em forma de mensagem de Natal e Ano Novo. 







Logo após, os professores Luciano Dutra, Felipe Morais e a coordenadora Amélia Reis falaram, respectivamente, sobre os trabalhos pela manhã nas salas de aula (com a apresentação dos pré-projetos), os encaminhamentos do dia e sobre TCC, orientações, uso da biblioteca e acessibilidade em alguns municípios onde tem uma unidade do IF.




As Salas

Sala Luciano Dutra e Abreu Neto


Sala Márcio, Felipe Morais e Edson Filho


Apresentação das propostas...


Pau dos Ferros 1:
Agricultura Familiar


Água Nova 1:
Território, territorialidade e desenvolvimento: uma abordagem do processo de resistência e transformação nos 51 anos da história política de Água Nova/RN


Pau dos Ferros 2:
Sistemas de produção da agricultura familiar: identificando na comunidade do Perímetro Irrigado


Serra do Mel 1:
A vida produtiva dos alunos do ProJovem Campo – Saberes da Terra


Pau dos Ferros 3:
Economia solidária: uma nova perspectiva econômica para as famílias da comunidade do Perímetro Irrigado


São Francisco do Oeste 1:
Agricultura familiar no Sítio Arapuá: desafios e perspectivas


São Francisco do Oeste 2:
Empreendedorismo rural na comunidade do Sítio Arapuá



São Francisco do Oeste 3:
Educação do campo nas séries iniciais do Ensino fundamental nas escolas rurais do Sítio Arapuá


Pau dos Ferros 4:
O jovem rural no contexto da agricultura familiar: um olhar para o futuro do Sítio Engenho em Francisco Dantas



Janduís:
 Produção agro ecológica versus impacto socioeconômico: uma análise na comunidade de Permissão



Pau dos Ferros 5:
Sistema de produção apícola na comunidade do perímetro Irrigado: como se deu a produção de mel nos últimos anos de seca na comunidade do Perímetro Irrigado


Serra do Mel 2:
Economia solidária nas vilas Ceará e Paraíba



Martins:
Os impactos causados pelos grandes empreendimentos na comunidade do Sítio Canto (agricultura familiar e a forma de produção do Sítio Canto)  


Luiz Gomes:
Mandioca: uma alternativa para a economia familiar no município de Luiz Gomes


Almoço...



Água Nova 2:
A educação como meio de fortalecimento da identidade de homem do campo: um estudo de caso na comunidade de Serra das Almas



Portalegre:
Benefício dos projetos P1 + P2 na comunidade de Quilombola do Sobrado



Riacho de Santana:
Ler o mundo, interpretar o cotidiano e produzir textos: códigos e linguagens na educação do campo da turma Sol e Lua


Após a apresentação dos pré-projetos, os professores e técnicos se dirigiram para o auditório e, lá, todos foram convidados a subirem ao palco e, sem verem o que os seus companheiros, dos dois lados, estavam fazendo, criar em desenho, ou em poucas palavras, qual a sua imagem de infância.


Enquanto os professores e técnicos desenhavam em uma folha e/ou escreviam o que estavam “imaginando”, o professor Felipe Morais recitava versos de Drummond e Manoel de Barros sobre a infância.



Para dar mais motivação aos professores e técnicos e ênfase às imagens transportadas de suas mentes para os papéis-jornais, o professor Felipe colocou, em áudio, o som de Tom Jobim, cantando/declamando versos sobre o Tejo. No final, a socialização...


Repasses para o próximo encontro: 24/01/15...


Lanche...




Outras imagens...



O mais novo "saberiano" da turma
O descanso do guerreiro
Na volta, enquanto os fogos de artifício pipocavam nos céus dos municípios onde Santa Luzia é padroeira, os professores faziam o percurso daquela que é considerada a terra de Santa Luzia: Mossoró.


PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL SE REÚNEM, NA 12ª DIRED, PARA CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO

A coordenadora da Educação Especial da 12ª DIRED, a técnica Vanda Maria, reuniu os professores que trabalham com a Educação Especial, na Circunscrição da Entidade, para a confraternização do final de ano.



A reunião aconteceu na manhã da sexta-feira, dia 12/12/14, às 09h00min, no auditório, com a presença da maioria dos professores.



Na ocasião, a coordenadora iniciou a confraternização com a Palavra Santa e, em seguida, uma oração, a qual cada um fez dentro de sua religião.


A confraternização contou também com dinâmicas, testemunhos e troca de presentes e, no final, os tradicionais comes e bebes.


Foto oficial 1...


Foto oficial 2...



NOTA DA 12ª DIRED:

EDUCAÇÃO ESPECIAL


A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência em instituições especializadas, tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficiência intelectual. Dependendo do país, a educação especial é feita fora do sistema regular de ensino. Nessa abordagem, as demais necessidades educativas especiais que não se classificam como deficiência não estão incluídas. Não é o caso do Brasil, que tem uma Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e que inclui outros tipos de alunos, além dos que apresentam deficiências.

A educação especial é uma educação organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais. Algumas escolas dedicam-se apenas a um tipo de necessidade, enquanto outras se dedicam a vários. O ensino especial tem sido alvo de criticas por não promover o convívio entre as crianças especiais e as demais crianças. Por outro lado, a escola direcionada para a educação especial conta com materiais, equipamentos e professores especializados. O sistema regular de ensino precisa ser adaptado e pedagogicamente transformado para atender de forma inclusiva.

O termo "educação especial" denomina tanto uma área de conhecimento quanto um campo de atuação profissional. De um modo geral, a educação especial lida com aqueles fenômenos de ensino e aprendizagem que não têm sido ocupação do sistema de educação regular, porém têm entrado na pauta nas últimas duas décadas, devido ao movimento de educação inclusiva. Historicamente, a educação especial vem lidando com a educação e aperfeiçoamento de indivíduos que não se beneficiaram dos métodos e procedimentos usados pela educação regular. Dentro de tal conceituação, no Brasil, inclui-se em educação especial desde o ensino de pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, passando pelo ensino de jovens e adultos, alunos do campo, quilombolas e indígenas, até mesmo o ensino de competências profissionais.

Dentre os profissionais que trabalham ou atuam em educação especial, estão educador físico, professor regular e especialista, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, psicopedagogo, entre outros.

Sendo assim, é necessário, antes de tudo, tornar reais os requisitos para que a escola seja verdadeiramente inclusiva, e não excludente.

Crianças com necessidades especiais
Crianças com necessidades especiais são aquelas que, por alguma diferença no seu desenvolvimento, requerem certas modificações ou adaptações complementares ou suplementares no programa educacional, visando torná-las autônomas e capazes serem mais independentes possíveis para que possam atingir todo seu potencial. As diferenças podem advir de condições visuais, auditivas, mentais, intelectuais ou motoras singulares, de condições ambientais desfavoráveis, de condições de desenvolvimento neurológico, psicológico ou psiquiátrico específicos.
No Brasil, muitas são as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com necessidades especiais, dificuldades de acessibilidade e falta de tecnologias assistivas, principalmente nas escolas que estão realizando a inclusão de alunos com deficiências no ensino regular.
Ser uma criança especial é ser uma criança diferente, e essa diferença está também no professor atuante na área, ou seja, fazer e ser diferente.
Atendimento Educacional Especializado – AEE
O Atendimento Educacional Especializado, ou AEE, é um serviço da Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, de caráter complementar ou suplementar à formação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação, considerando as suas necessidades específicas de forma a promover acesso, participação e interação nas atividades escolares no ensino regular. É realizado no turno inverso ao da sala de aula comum nas salas de recursos multifuncionais. O atendimento na sala de recursos multifuncionais não é um reforço escolar, visa desenvolver as habilidades dos alunos nas suas especificidades, sendo importante a realização de um plano de desenvolvimento individual (PDI).

A educação da criança com deficiência auditiva

educação é crucial no crescimento da pessoa. A educação da criança surda é um direito, faz parte da sua condição como ser humano, e o dever de educar é uma exigência do ser humano adulto, do pai e do educador.
Para a criança surda, tal como para a criança ouvinte, o pleno desenvolvimento das suas capacidades linguísticas, emocionais e sociais é uma condição imprescindível para o seu desenvolvimento como pessoa.
É por meio dos relacionamentos sociais que descobrimos o que é necessário para viver na sociedade. O primeiro contato social da criança é no meio familiar. Segundo Santana e Bergamo (2005), os surdos foram durante muito tempo condenados por sua condição, considerados doentes, pela falta da comunicação oral e escondidos da sociedade pela sua família. A língua de sinais era proibida. Recentemente, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida como língua materna dos surdos, através da Lei Nº 10.436 de 24 de abril de 2002, o que proporcionou aos mesmos um reconhecimento perante a sociedade. A aprendizagem social ou educacional, precisa de contribuições desde o nascimento da criança. A criança surda precisa ser compreendida pelas suas características e o relacionamento interpessoal familiar faz diferença no modo como essa criança irá se identificar enquanto parte das relações sociais. É importante para os surdos que as pessoas consigam comunicar-se com eles através da Libras, para que haja a inclusão social. Serviços básicos como saúde, educação e comércio em geral muitas vezes não possuem pessoas qualificadas para o atendimento ao surdo, fazendo com que ele se sinta ainda mais excluído. Portanto, a inclusão da Libras no cotidiano da sociedade seria indispensável para o desenvolvimento social do surdo.