domingo, 6 de outubro de 2013

O PNAIC DA 12ª DIRED NA SUA VII FORMAÇÃO: GÊNEROS TEXTUAIS


O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental. Aos oito anos de idade, as crianças precisam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafofônicas, mesmo que dominem poucas convenções ortográficas irregulares e poucas regularidades que exijam conhecimentos morfológicos mais complexos; a fluência de leitura e o domínio de estratégias de compreensão e de produção de textos escritos. 

Na 12ª DIRED, a VII formação esteve voltada para o complemento da unidade 5, que reflete a importância da leitura e da produção de textos na alfabetização e está direcionado para o 2º ano do Ensino Fundamental. A justificativa é que, na escola, é preciso trabalhar com textos de diferentes gêneros, mediando as situações em que as crianças tenham que ler e produzir textos para atender diversos propósitos, além de refletir sobre as finalidades, formas composicionais e recursos estilísticos característicos dos gêneros trabalhados. 

Os objetivos da unidade são: 

- Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do Letramento, com aprofundamento de estudos utilizando, sobretudo, as obras pedagógicas do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) do professor e outros textos publicados pelo MEC;

- Analisar e planejar projetos didáticos para turmas de alfabetização, integrando diferentes componentes curriculares, e atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita; 

- Conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam usados. 

Privilegiadas são as pessoas, todas elas, que nasceram com o dom de ensinar. Umas têm o dom de ensinar aos maiores. Outras, aos que ficam logo abaixo, e tem aquelas que passam a vida inteira aprendendo, para poderem repassar, aos pequeninos, aquilo que conseguiram, com seus esforços, absorver de conhecimento. Essas, além de serem privilegiadas ainda são agraciadas com o melhor que a profissão pode dar: a vocação. São elas que, por exemplo, deixam suas casas, nos finais de semana, e vão, durante oito horas seguidas – sempre aos sábados – trocar informações, experimentar novas metodologias, mostrar as experiências exitosas já realizadas, aprimorar seus conhecimentos (Blog).

Em cada sala – representadas abaixo pelo nome de suas formadoras –, o número dessas pessoas privilegiadas e vocacionadas que se esforçam para levar, logo na segunda-feira subsequente, os novos modelos de aprendizagem: 

SALA LÚCIA HELENA: 


SALA SUELEIDE FERREIRA: 


SALA SOCORRO BEZERRA: 


SALA ZILMA MARQUES:


SALA DÉCIMA MARIA:


SALA JOANA TORRES:


SALA SANDRA DIÓGENES: 


PROFESSORA MAGALI VISITA AS SALAS: 

Com o intuito de esclarecer sobre a parte administrativa do programa, a professora Magali Delfino - diretora da 12ª DIRED - visitou as salas do PNAIC  e fez os informes necessários
PROFESSORA FORMADORA ZILMA MARQUES É HOMENAGEADA PELAS PROFESSORAS/CURSISTAS: 

Antecipando a data comemorativa do Dia do Professor, as alunas da Sala Zilma Marques resolveram homenageá-la com algumas brincadeiras e, também, com um presente especial. Abaixo, fotos da comemoração surpresa: 


As alunas fizeram uma paródia com a música "Asa Branca", de Luiz Gonzaga, parabenizando a educadora e o programa: 

Quando fomos convocados 
Não sabia que era assim 
Aprender muito em pouco tempo 
Com tia Zilma a repetir 

REFRÃO 

O PNAIC é um programa 
Muito cheio de saber 
Se souber aproveitar 
Muitos aqui "vamo" aprender 

Todo sábado é assim 
O dia todo a estudar 
A cada encontro tem novidades 
Zilma não cansa de repassar 

Se você gosta de ler 
Preste atenção que 
Eu vou dizer PNAIC é tudo que nos faltava 
Para a criança alfabetizada 

Assista ao vídeo produzido na sala Zilma Marques, clicando no link abaixo:


PAUTA DE TRABALHO - FORMADORA SOCORRO BEZERRA:





NOTA DA 12ª DIRED:

Os professores da Escola Estadual Gilberto Rola, juntamente com a sua direção, aproveitaram o encontro do PNAIC para participarem, em uma das salas da 1ª rampa, de um planejamento, bem como, analisarem o PPP (O Projeto Político Pedagógico) da instituição. A professora Magali Delfino se fez presente e socializou alguns informes com os educadores e tirou algumas dúvidas perguntadas por eles.























sábado, 5 de outubro de 2013

12ª DIRED REALIZA, NO ABEL COELHO, SIMULADO DO ENEM

Começou hoje no Abel Coelho, o Simulado do Cursinho da 12ª DIRED, voltado para o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013, que será realizado nos dias 26 e 27 de outubro, com início – horário de Brasília – às 13h00min. 


Com quatro salas funcionando, todas elas lotadas (segundo uma das coordenadoras do Ensino Médio na 12ª DIRED – Elizete Amorim – a presença dos alunos, matriculados no cursinho da DIRED, chegou aos incríveis 100%), o Simulado é ofertado nos mesmos moldes do exame nacional, para que o aluno já vá se acostumando ao tempo, ao regulamento e à quantidade de questões de todas as disciplinas. 

1º dia de Prova (4h30min): 

CIÊNCIAS HUMANAS – 45 QUESTÕES 

- Quantidade de questões para cada professor: 

OSMAR – 10 questões 
GLAUCO – 10 questões 
ANDRÉA – 10 questões 
GOMES – 10 questões 
MAISY – 05 questões 

CIÊNCIAS DA NATUREZA – 45 QUESTÕES 

- Quantidade de questões para cada professor: 

VALDERI – 09 questões 
ALDERI – 09 questões 
ALLYSSANDRA – 09 questões 
GIANNY - 09 questões 
VASCO – 09 questões 

FOTOS: 

1 – SALA EDCLEIDE ALVES 


2 – SALA ELIZETE AMORIM


3 – SALA PROFESSORA GIANNY


4 – SALA GORETTI SILVA 


O TELEFONEMA: 

A professora Magali Delfino - diretora da 12ª DIRED - presente ao primeiro dia do simulado,  feliz com a participação dos alunos matriculados no cursinho, dá a boa notícia à Secretária de Estado da Educação e da Cultura - professora Betania Ramalho -  idealizadora do Cursinho na 12ª DIRED
Abaixo, o segundo dia de Simulado, nas mesmas condições deste primeiro dia:

2º dia de prova (5h30min): 

LINGUAGENS, CÓDIGOS – 50 QUESTÕES 

- Quantidade de questões para cada professor:

BATISTA – 17 questões
JOELSON – 17 questões
MARCUS VINÍCIUS – 06 questões
LEUDSON – 05 questões
KELY ANY – 05 questões

MATEMÁTICA – 43 QUESTÕES 

- Quantidade de questões para cada professor:

GENIVAL – 23 questões
XAVIER – 20 questões


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ENCONTRO DE CONSELHEIROS ESCOLARES NO ELISEU VIANA: 2º DIA DE TAREFAS

Como planejado pela coordenação, hoje foi o segundo dia do Encontro de Conselheiros Escolares, no âmbito da 12ª DIRED, na Escola Estadual Professor Eliseu Viana.

Mesa de Assinaturas
Público participante...
... do segundo dia de encontro
Cumprindo com a pauta, a cerimonialista Norma Lilia fez a abertura do Encontro enfatizando que o fortalecimento dos Conselhos Escolares possibilita o desenvolvimento de competências e qualifica uma atuação efetiva junto à escola contribuindo para a melhoria da qualidade da educação. 

Cerimonialista Norma Lilia (em pé) e a técnica Sandra Diógenes (sentada)
Em seguida, a cerimonialista convidou a todos para um bom dia cantado, na apresentação de um vídeo com uma música de Zizi Possi e letra do educador Paulo Freire (vide vídeo no final). 

Ao final da música os presentes ofereceram o abraço da paz
Depois das boas-vindas, o momento cultural com o poeta da Academia Brasileira de Literatura de Cordel - Antonio Francisco - que recitou algumas poesias e encantou o público (vide vídeo no final). 

Poeta Antonio Francisco...
... declamando suas poesias e posando ao lado das técnicas da CORE: Mônica Freire e Izabel Fonseca (direita do poeta) e Márcia Marinho (esquerda do poeta)
Após a apresentação do poeta, a cerimonialista convidou, à mesa, as autoridades representativas dos segmentos do conselho escolar presentes ao Encontro: 

Mesa de Autoridades
1 – A senhora diretora da 12ª DIRED – professora Magali Delfino – representada pela vice-diretora Augusta Maia 
2 – A senhora representante da CORE (Coordenadoria das Diretorias Regionais) professora Márcia Tereza Marinho 
3 – A senhora Maria do Socorro Fernandes – diretora da E.E. Gilberto Rola – representando o segmento dos gestores 
4 – O senhor professor Ronald Hanseis – da E.E. Gilberto Rola – representando o segmento de professores 
5 – A senhora Dalva Aparecida Marçal – da E.E. Padre Sátiro – representando o segmento dos pais 
6 – A senhora Auta Maria Barbosa – da E.E. Antonio de Souza Machado – representando o segmento dos funcionários 
7 – A jovem Níria Ranielly Silva – da E.E. Cônego Ismar Fernandes – representando o segmento dos alunos 

Logo após a composição da Mesa de Autoridades, a cerimonialista convidou a todos para, de pé, entoarem o Hino Nacional Brasileiro. 

















Para fazer a abertura oficial do evento a cerimonialista Norma Lilia convidou a professora Augusta Maia – vice-diretora da 12ª DIRED

Vice-diretora Augusta Maia - representando a professora Magali Delfino (diretora da 12ª DIRED)...
Depois de dar bom dia aos presentes e agradecer a Deus pela oportunidade de estar ali, a professora falou sobre o compromisso de refletir sobre qual será a contribuição de cada um para que a escola tenha vida e possa a trabalhar não só os componentes curriculares, conteúdos por conteúdos, mas também os valores preparando-a para os resultados das aprendizagens significativas. 

... falando sobre a importância do Conselho Escolar
Sabemos que é de grande responsabilidade a nossa função no conselho, que devemos nos reunir junto aos gestores, mensalmente, bimestralmente ou até mesmo extraordinariamente para discutirmos, avaliarmos e replanejarmos nossas ações e montarmos estratégias que venham avançar no processo educativo tendo como prioridade as metas projetadas anteriormente”. 

Logo após foi a vez da representante da CORE, professora Márcia Marinho, usar da palavra.

Professora Márcia Marinho - representante da CORE...
Quebrando o protocolo – como ela bem frisou – a educadora buscou junto ao público participante o vínculo e o compromisso que cada um deve ter com a sua escola e, consequentemente, com a educação do país.

... motivando os conselheiros com sua fala
Ao término das falas, a mesa foi desfeita e a técnica Isabel Fonseca assumiu os trabalhos, mostrando, em slides e na sua palestra, as funções do Conselho Escolar na Instituição de Ensino.

Técnica Izabel Fonseca...
... dando início a sua palestra

Clique no link abaixo e assista ao vídeo:


NOTA DA 12ª DIRED

O QUE É O CONSELHO ESCOLAR? 

É o órgão colegiado responsável pela gestão da escola, em conjunto com a direção, representado pelos segmentos da comunidade escolar, pais, alunos, professores e funcionários. 

QUAIS AS FUNÇÕES DO CONSELHO ESCOLAR? 

* Consultiva – quando é consultado sobre questões importantes da escola; 
* Deliberativa – quando aprova, decide e vota sobre assuntos pertinentes às ações da escola nos âmbitos administrativo, pedagógico e financeiro; 
* Normativa – quando elabora seu regimento, avalia e define diretrizes e metas de ações pertinentes à dinâmica do processo educativo, para um bom funcionamento da escola; 
* Fiscalizadora / avaliativa – quando exerce o papel de controle, ficando subordinado apenas à ASSEMBLÉIA GERAL, fórum máximo de decisão da comunidade escolar. 

COMO SE DÁ A COMPOSIÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR? 

O Conselho tem em sua composição 16 (dezesseis) membros representados pelos segmentos da comunidade escolar assim contemplados: 

* 04 (quatro) pais; 
* 04 (quatro) alunos; 
* 04 (quatro) professores; 
* 04 (quatro) funcionários. 

BASES LEGAIS 

* CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1989 O Título VIII – Da Ordem Social; O Capítulo III – Da educação, da cultura e do Desporto – Seção I Da Educação. 
* LEI 9.394 DE 20/12/1996 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LBDN 
* Título II – Dos princípios e fins da educação; 
* Art. 3º - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios; 
* VIII – Gestão democrática do ensino público, na forma da lei. 
* LEI DE DIRETORES – Lei nº 6.628 de 21/10/2005 
* LEI DE CONSELHOS – Lei nº 6.661 de 28/12/2005 
* ESTATUTO DO MAGISTÉRIO – Lei nº 6.196/200 LEGITIMADORAS 
* CARTA DE PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO; 
* CONGRESSO ESTADUAL CONSTITUINTE ESCOLAR – CECEAL. 



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

PROJETO CORREÇÃO DE FLUXO SE REÚNE NA 12ª DIRED


Com o objetivo de socializar os projetos culturais construídos e também discutir sobre as sínteses apreciativas relacionadas às competências desenvolvidas pelos alunos do Projeto Correção de Fluxo, reuniu-se hoje, dia 02/10, no auditório da 12ª DIRED, com os supervisores das escolas públicas, a técnica coordenadora do projeto, Zilma Marques.


A reunião começou com uma leitura deleite, intitulada “Lobos Dentro de Mim”, socializada entre os participantes, através de breves reflexões e, em seguida, abriu-se uma discussão sobre a situação atual das turmas de Ano I e Ano II, do Projeto Correção de Fluxo


No segundo momento, deu-se início a socialização dos projetos realizados e/ou em andamento e, em seguida, foi feita uma interação sobre: 


• A construção do projeto cultural para 2014 nas turmas Ano 1 e Ano 2
• As sínteses apreciativas das turmas Ano 1 e Ano 2
• As experiências exitosas
• As fichas de acompanhamento pedagógico


Por último, as orientações e sugestões para as futuras reuniões do projeto e a avaliação do Encontro.


VII PNAIC DA 12ª DIRED - SÁBADO DIA 05/10/2013



VI PNAIC DA 12ª DIRED PROMOVE O ENCONTRO COM ADVENTISTAS


O Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa – PNAIC, na circunscrição da 12ª DIRED, tem entre suas professoras/cursistas, Adventistas do Sétimo Dia. 

Professora orientadora Sueleide Ferreira com as professoras/cursistas
Pela observância aos sábados (sétimo dia da semana judaico/cristã – sabbath), as professoras/cursistas não comparecem aos encontros tradicionalmente ministrados nesses dias, porém os conteúdos são repassados nos dias subsequentes, na sede da 12ª DIRED, com o mesmo tempo e programação. 


NOTA DA 12ª DIRED

O Despertar Religioso nos Finais do Século XVIII 

Nos finais do século XVIII e inícios do século XIX, tanto na Europa como no Novo Mundo, o Homem questionava-se seriamente sobre si mesmo, o mundo em que vivia, a existência de um Universo, o sentido da vida humana e a sua finalidade. Muita coisa foi posta em causa, o próprio modo como o Homem via o mundo e o explicava, a sua relação com a Natureza e os seres vivos. Como referiu o filósofo Emmanuel Kant, o Homem estava a sair da sua menoridade. Em algumas igrejas cristãs, surgiu o desejo de saber mais acerca de Deus e da Sua relação com a História humana: a necessidade de aprofundar a fé pessoal num Deus também pessoal; e o dever de transmitir, a um mundo em constante mudança e agitação, a imagem de um Deus de amor que deseja salvar e transmitir uma vida nova a todas as pessoas. A este fenômeno, chamamos despertamento ou reavivamento. Entre as principais características do reavivamento deste período, destacam-se: interesse pelo estudo da Bíblia, reforma dos costumes e uma reflexão escatológica (quer dizer, uma atenção particular sobre o ensino bíblico do regresso de Jesus Cristo e dos sinais do fim do mundo). É neste contexto que se insere a propagação das ideias de Guilherme Miller nos Estados Unidos, a partir de 1831 e mais tarde, a partir de 1861 da Igreja Adventista do Sétimo Dia. 

Guilherme Miller e o Estudo das Profecias Bíblicas 

Guilherme Miller nasceu a 15 de Fevereiro de 1782 em Pittsfield, no estado do Massachussetts, Estados Unidos, numa família piedosa e modesta. Casou-se aos 21 anos e instalu-se em Poultney no estado do Vermont. Homem culto com grande sentimento de justiça cumpriu as funções de juiz e de xerife da pequena localidade. Miller partilhava as ideias deístas do seu tempo. No entanto, os horrores da guerra que presenciou entre 1812-1814, contra os ingleses afetaram-no profundamente. Dois anos mais tarde a morte do pai, colocou-lhe questões acerca da morte. Instalou-se em Low Hampton, no estado de Nova Iorque, para gerir os bens do pai e cuidar da sua mãe. Começou a frequentar a igreja do tio que era pastor baptista. Um certo dia, foi convidado a ler a pregação em substituição do diácono de serviço. O texto de Isaías 53 chamou-lhe a atenção. Começou a estudar a sua Bíblia, em particular as profecias bíblicas. O cumprimento das profecias da Bíblia deram-lhe a prova de que necessitava para crer na veracidade das Escrituras. Os livros de Daniel e Apocalipse atraíram em particular a sua atenção. Adotando o princípio de interpretação que reconhece que em profecia um dia profético, simboliza um ano literal, ao ler na versão King James o capítulo 9 de Daniel chegou a uma conclusão. Os comentários da versão inglesa King James, tomavam como ponto de partida para a profecia das 70 semanas de Daniel 9, o sétimo ano do reinado de Artaxerxes, ou seja, o ano 457 A.C. Como 70 semanas em profecia é igual a 490 anos, esta profecia chegava ao ano 33 da nossa era. O Ungido que seria arrancado na última semana era Cristo que morreu por volta do ano 30. Para Miller, esta profecia estava ligada à profecia de Daniel 8:14 que diz : “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado”. Aplicando o mesmo princípio bíblico dia/ano, era óbvio que estes 2300 dias representavam 2300 anos. Retirando 2300 anos ao ano 457 da era antiga, ficam 1843 anos. Considerando que o santuário que deveria ser purificado era a terra, Gulherme Miller concluiu que o regresso de Jesus à Terra ocorreria em 1843. Estava-se em 1818, e esta descoberta ocorreu dois anos depois de ter começado a estudar a Bíblia. Guilherme Miller, não foi o único nem o primeiro a chegar a estas conclusões. Sem o saber, Miller desenvolveu as ideias do jesuíta Manuel Lacunza (1731-1801), de Gutierry de Rozas, jurista mexicano, advogado junto do tribunal da Inquisição (1835), de Adam Burwell, missionário canadense da Sociedade para a propagação do Evangelho (1835),de R. Scott, pastor anglicano e depois pastor baptista (1834) , do missionário inglês, Joseph Wolff (1829) e de muitos outros. 

O Movimento Milerita 

É apenas em 1831, que Guilherme Miller começou a propagar as suas ideias. Depressa se iniciou um movimento de reavivamento: Durante 4 anos percorreu cidades e vilas, respondendo aos convites que lhe eram dirigidos para partilhar as suas descobertas. Durante esse período pregou mais de 800 sermões e muitas comunidades aceitaram a sua mensagem. Pastores de diferentes confissões religiosas aderiram à pregação de Miller. Com o apoio de Josué Himes, pastor baptista e de Josias Litch, pastor metodista, o movimento tomou outra amplitude. Revistas foram editadas como a Revista “Signs of the Times” e “Midnight Cry” e vários folhetos foram distribuídos. Os anos 1840 a 1843 foram dedicados à pregação da mensagem de advertência em vista do regresso de Jesus Cristo. A data da volta de Jesus foi fixada para 22 de Outubro de 1844. O dia 23 de Outubro trouxe a amarga verdade: Jesus Cristo não tinha regressado. A 10 de Novembro de 1844 através duma declaração oficial em Boston, os responsáveis do Movimento reconheceram o seu erro quanto à interpretação do acontecimento, sem colocarem em causa a cronologia bíblica. Muitos membros do Movimento abandonaram e regressaram às suas igrejas de origem, outros que ficaram, procuravam encontrar resposta às questões e à esperança bíblica. Guilherme Miller ia visitando alguns desses grupos, procurando encorajá-los a guardarem a sua fé. Morreu cego a 20 de Dezembro de 1849. Do grande movimento Milerita que segundo alguns teria alcançado o número de 1 milhão de seguidores, várias denominações se formariam: The Evangelical Adventists, organizados em 1858 The Advent Christians, organizados em 1861 A Igreja Adventista do Sétimo Dia The Church of God, organizada em 1866 The Life and Advent Union The Churchs of God in Christ Jesus A existência destas denominações espelha um pouco a amplitude e a importância que o movimento Milerita teve nos Estados Unidos nos finais do século XIX. 

O Nascimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia 

No seguimento da desorientação sentida, pelo desapontamento de 22 de Outubro de 1844, um grupo de pessoas composto por Joseph Bates, Hiram Edson, James White e pessoas mais cultas como John Andrews, John Lougborough e Urias Smith, procuraram estudar melhor a Bíblia e encontrar uma explicação para o sucedido. Foi Hiram Edson quem acabou por descobrir que tudo estava correcto na pregação de Miller, excepto a relação santuário = Terra. Um estudo mais abrangente da Bíblia feito com O.R.L. Crosier, levou-os a concluir em conformidade com o que a epistola aos Hebreus ensina sobre o ministério de Cristo no santuário celestial, aquilo que o livro de Levíticos (cap.16) diz sobre o Dia da Expiação, que a profecia de Daniel 8:14, apontava para a purificação do santuário celestial e não para o regresso de Cristo à terra. Outras verdades bíblicas foram sendo apresentadas, como a verdade sobre o sábado, primeiramente introduzida por Rachel Oakes em 1844 e defendida de forma mais sistemática por Joseph Bates. Com o passar do tempo, faz-se premente a existência duma organização. Em 1852, havia já 2000 membros, havia publicações editadas regularmente, era necessário definir regras de organização, era necessário credenciar os pastores. Há no entanto algumas resistências em adotar um nome e uma organização. É preciso esperar até 1860, para ver ser adotado em assembleia-geral, tida em Battle Creek o nome “Adventistas do Sétimo Dia” que definia este grupo de crentes. O nome Adventista traduz a esperança do regresso de Jesus Cristo, do Sétimo Dia, porque em conformidade com a Bíblia, observam o sábado como dia de repouso semanal. Em 03 de Maio de 1861 registrou-se a Associação Publicadora dos Adventistas do Sétimo Dia”, em Outubro do mesmo ano, a “Associação dos Adventistas do Sétimo Dia do Michigan” e finalmente em 1863 é fundada a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, que contava na altura 3500 adventistas, 30 pastores e 152 igrejas. 

O Papel de Ellen White na Igreja Adventista do Sétimo Dia 

 Helen Harmon, nasceu a 26 de Novembro de 1827 numa pequena quinta de Gorham, no estado do Maine. Aos 8 anos de idade um acidente na escola, durante o qual uma colega a atinge com uma pedra no nariz, quase a leva à morte e impede-a de seguir uma escolaridade normal. As sequelas desse acidente vão repercutir-se na sua saúde que será sempre frágil. A família de mais sete irmãos frequentava a igreja metodista, até que em 1840, a aceitação das ideias de William Miller, levou-os a serem expulsos dessa igreja. Em Dezembro de 1844, ela teve uma visão sobre o futuro da igreja Adventista. Aceite por uns, contestada por outros, ela continuou a partilhar com quem a queria ouvir o conteúdo das suas visões. Ao longo da sua vida teve mais de duas mil visões, a maioria das quais registrou em livros e em artigos. Tônica dominante da sua vida foi sempre de dar o primeiro lugar à Bíblia como regra de fé e norma de conduta para todos os crentes. Lutou nos seus escritos contra o fanatismo e o excesso de zelo religioso. Nunca se considerou a si mesma como profetiza, mas sim como mensageira. Casou em 30 de Agosto de 1846 com Tiago White e partilhou com ele uma vida de privações e de lutas, enquanto a igreja adventista ia tomando forma. Dedicou-se a escrever sobre vários temas e no momento da sua morte em 1915, tinha escrito cerca de 45.000 páginas datilografadas, ou seja, um total de 60 volumes, 4500 artigos revistas e mais de um milhar de cartas. A sua influência na igreja Adventista manifestou-se, sobretudo, no encorajamento da organização da igreja, nos conselhos de saúde, em especial na abstinência do tabaco e do álcool, nas recomendações duma vida equilibrada, enfatizando o aspecto preventivo da saúde e o cuidado com a alimentação. Foi com base nos seus conselhos que uma clínica foi aberta em Battle Creek em 1866. Lutou também pela promoção da educação. Sob a sua influência várias escolas primárias foram abertas. Ellen White preconizava uma educação capaz de desenvolver o ser humano em todas as áreas da existência e não apenas no ponto de vista intelectual. Do ponto de vista doutrinário, os seus escritos exaltaram sempre o estudo da Bíblia, norma de vida e de julgamento. Uma das suas obras mais importantes, “O Desejado de Todas as Nações” retrata e comenta a vida de Jesus, de acordo com os Evangelhos. Após a morte do marido, em 1881, ela viajou bastante. Esteve na Europa (1885-1887), na Austrália (1891-1900), ajudando ao estabelecimento da igreja nestes continentes. Regressada aos Estados Unidos, fixou residência em Santa Helena, Califórnia, mas continuou, sempre que a saúde lhe permitia a viajar dentro do país, procurando servir a igreja que amava. Faleceu a 16 de Julho de 1915, com a idade de 87 anos. Um jornalista escreveu acerca dela o seguinte: “Recebeu ela verdadeiramente visões divinas? Foi ela verdadeiramente escolhida pelo Espírito Santo para ser dotada com o dom de profecia? Porque é que deveríamos dar uma resposta?/web/Imgs/Historia. De qualquer forma, ela foi absolutamente honesta na sua fé nas suas revelações. A sua vida era digna delas. Ela não mostrou nenhum orgulho espiritual e não procurou nenhum ganho sórdido. Ela levou a vida e cumpriu a obra duma profetiza com dignidade” (The Independant, New York, 23 de Agosto de 1915). 

Fonte: http://www.adventistas.org.pt/quem-somos/a-nossa-historia 



terça-feira, 1 de outubro de 2013

CONSELHO ESCOLAR NO ELISEU VIANA – DIAS 01 e 02/10


Com a presença da professora Magali Delfino – diretora da 12ª DIRED – teve início, hoje, dia 01/10, às 08h30min, na Escola Estadual Professor Eliseu Viana... 

Mesa de Credenciamento com a técnica Edileusa Campos e a vice-diretora Helena Maia
... o Encontro Regional de Conselhos Escolares das escolas circunscricionadas à 12ª Diretoria Regional de Educação, da Cultura e Desportos.


O objetivo principal do encontro é o de fortalecer os Conselhos Escolares e, através dessa interação, desenvolver competências e qualificar cada vez mais a atuação dos Conselheiros Escolares para que participem efetivamente da Gestão da Escola e, com isso, contribuam para o avanço da Educação na circunscrição da 12ª DIRED e, num todo, estado e país.

Primeiro plano (da esquerda para a direita): técnicas Sandra Diógenes e Fátima Azevedo e a vice-diretora Augusta Maia
A cerimonialista da 12ª DIRED, técnica Norma Lilia, deu início à solenidade, convidando a todos os presentes a cantarem a música “Bom Dia” de Zizi Possi e, em seguida, convidou, para comporem a mesa, as seguintes autoridades: 

Cerimonialista Norma Lilia (em pé) e a técnica Sandra Diógenes (sentada)
1- A professora Magali Delfino – diretora da 12ª DIRED 
2- A professora Márcia Marinho – representante da CORE (Coordenadora dos Órgãos Regionais da Educação) 
3- O professor Teobaldo – representando o segmento dos gestores 
4- A professora Silvana Lima de Holanda – representante do Conselho da EE Aída Ramalho, representando o segmento dos conselheiros 
5- A senhora Valéria Leite (EE Abel Coelho) – representante do segmento das funcionárias 
6- A senhora Rosivalda Xavier de Lemos (EE Jerônimo Vingt Rosado Maia) – representando o segmento dos pais 
7- A jovem Gislayne Santos de Medeiros (EE Maria Stella) – representando o segmento dos alunos 

A Mesa de Autoridades
De pé, todos cantaram...
.. o Hino Nacional Brasileiro
De pé, todos cantaram o Hino Nacional. Logo após, a professora Magali Delfino foi convidada, pela cerimonialista, para abrir, oficialmente, o Encontro de Conselhos Escolares. 

A professora Magali Delfino fazendo a abertura do evento
Em sua fala, a professora definiu o Conselho Escolar como sendo de suma importância para o bom andamento de uma instituição de ensino e fez questão de salientar que o conselho precisa ter autonomia para fiscalizar as ações administrativas, pedagógicas e financeiras e, por isso, tem que ser atuante em todas as suas funções sejam elas consultivas, deliberativas, normativas e/ou fiscalizadoras. 

Vista panorâmica do encontro
Por fim, a cerimonialista Norma Lília desfez a mesa e chamou a coordenadora do evento, a técnica Maria de Fátima Azevedo Braga, para fazer a apresentação do diagnóstico da atuação do Conselho Escolar nas escolas pertencentes à 12ª DIRED.

Técnica Fátima Azevedo - coordenadora do evento
NOTA DA 12ª DIRED I:  

PROFESSORA MAGALI DELFINO SE REÚNE COM GESTORES 
E PROFESSORES DO CEIPEV 

Com o objetivo de esclarecer sobre carga horária e, também, tranquilizar os gestores do Eliseu Viana, com relação ao quadro de necessidades, a professora Magali Delfino – diretora da 12ª DIRED – ao sair do encontro dos Conselheiros Escolares, reuniu-se com os mesmos e garantiu que o problema de falta de professores será solucionado o mais breve possível, assim como, as horas suplementares que estão garantidas para o professor que quiser aumentar a sua carga horária em dez horas. 


Da esquerda para a direita: vice-diretora do CEIPEV Berenice Sousa, diretor do CEIPEV Francisco Edson e diretora da 12ª DIRED Magali Delfino
A professora aproveitou a ocasião e visitou a Sala dos Professores e conversou com eles a respeito de horas suplementares, licenças, tablets e o cursinho da DIRED, que irá promover o seu simulado no mesmo formato do ENEM, para os alunos já irem se habituando ao ritmo do concurso.
.

NOTA DA 12ª DIRED II: 

O QUE É O CONSELHO ESCOLAR? 

É o órgão colegiado responsável pela gestão da escola, em conjunto com a direção, representado pelos segmentos da comunidade escolar, pais, alunos, professores e funcionários. 

QUAIS AS FUNÇÕES DO CONSELHO ESCOLAR? 

* Consultiva – quando é consultado sobre questões importantes da escola; 

* Deliberativa – quando aprova, decide e vota sobre assuntos pertinentes às ações da escola nos âmbitos administrativo, pedagógico e financeiro; 

* Normativa – quando elabora seu regimento, avalia e define diretrizes e metas de ações pertinentes à dinâmica do processo educativo, para um bom funcionamento da escola; 

* Fiscalizadora / avaliativa – quando exerce o papel de controle, ficando subordinado apenas à ASSEMBLÉIA GERAL, fórum máximo de decisão da comunidade escolar. 

COMO SE DÁ A COMPOSIÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR? 

O Conselho tem em sua composição 16 (dezesseis) membros representados pelos segmentos da comunidade escolar assim contemplados: 

* 04 (quatro) pais; 
* 04 (quatro) alunos; 
* 04 (quatro) professores; 
* 04 (quatro) funcionários. 

BASES LEGAIS 

* CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1989 O Título VIII – Da Ordem Social; O Capítulo III – Da educação, da cultura e do Desporto – Seção I Da Educação. 

* LEI 9.394 DE 20/12/1996 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LBDN 

* Título II – Dos princípios e fins da educação; 

* Art. 3º - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios; 

* VIII – Gestão democrática do ensino público, na forma da lei. 

* LEI DE DIRETORES – Lei nº 6.628 de 21/10/2005 

* LEI DE CONSELHOS – Lei nº 6.661 de 28/12/2005 

* ESTATUTO DO MAGISTÉRIO – Lei nº 6.196/200 

 LEGITIMADORAS

* CARTA DE PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO; 

* CONGRESSO ESTADUAL CONSTITUINTE ESCOLAR – CECEAL